Confira as principais histórias nessa semana de pré temporada

Gordon Hayward

Photo By Charlotte Hornets Twitter

Gordon Hayward já se apresentou e está uniformizado. O jogador em 52 jogos na temporada passada teve 17.5 pontos de média, 4.1 assistências e 6.7 rebotes. Além de 38% de aproveitamento no perímetro e um TS% de 59%, maior da carreira, igual o rating ofensivo, que foi 118, também maior marca da carreira.

Buddy Hield

Photo By Sacramento Kings Twitter

Buddy Hield está ativo para o Sacramento Kings. O jogador que atuou em 72 partidas, com 44 sendo titular, teve médias de 19.2 pontos, 3 assistências e 4.6 rebotes. Chutou 39% do perímetro, sendo um dos jogadores mais prolíficos na linha de 3 pontos de toda a NBA.

Giannis Antetokounmpo

Photo By Milwaukee Bucks Twitter

Giannis Antetokounmpo já está treinando com o Milwaukee Bucks e a questão que fica é: qual o teto de produção do jogador? Até o momento, em todas as temporadas ele mostrou uma evolução significante comparado a anterior.

Na última ele foi MVP pelo segundo ano consecutivo e jogador defensivo da temporada. Ele teve 29.5 de média, 5.6 assistências e 13.6 rebotes, em 63 jogos e 30 minutos por partida. Além de liderar a NBA em rating defensivo (97), PER (31.9), USG% (37.5%), Drfensive Win Shares (5.0), Win Shares por 48 minutos (279), Defensive Box Plus Minus (4.1) e Box Plus Minus (11.5). O que esperar dele na temporada regular?

New Orleans Pelicans

Photo By New Orleans Pelicans Twitter

O New Orleans Pelicans está com seu elenco disponível e a promessa é um entrosamento maior dos jovens que vimos na última temporada. Lonzo Ball foi importante na criação, ele deu 74 assistências para Ingram e 70 para Zion. Além de mais de 40 assistências para 4 jogadores do time. Ingram teve 23.8 pontos de média, com 39% no perímetro.

Sendo absurdamente eficiente pelo volume que entrega. Zion nas 24 partidas que jogou, teve 22.5 de média, com 6.3 rebotes em apenas 27 minutos. Projetando estar saudável e ter mais disponibilidade, não é absurdo ele conseguir 25 pontos por jogo nessa temporada.

Ben Simmons

Photo By Philadelphia 76ers Twitter

Ben Simmons que vem para a 4° temporada da carreira, chega com um ponto de interrogação. Qual será o real potencial do jogador? Será que agora vemos ele assumir esse papel?

Ele que foi um dos melhores defensores da temporada passada (até certo momento foi minha aposta para melhor do ano), liderou a NBA em roubadas de bola, além de 16.4 pontos, 8 assistências e 8 rebotes. Ele apresenta uma possível melhora no arremesso, que é seu grande defeito, porém será necessário? Será que consegue ter sucesso, mesmo sem arremessar muito e focando sua produção no garrafão? Vamos ter que ver pra analisar.

CJ McCollum

Photo By Portland Trail Blazers Twitter

CJ McCollum ano passado teve 22.2 de média, 4 assistências e 4 rebotes. Além de 37% no perímetro e 54% no TS%. Ele se encontra como um coadjuvante de luxo e agora com 29 anos, precisa encontrar uma forma de ajudar os Blazers a chegarem mais longe na pós temporada, junto a Lillard e Carmelo.

Houston Rockets

Photo By Houston Rockets Twitter

O Houston Rockets apostou em jogadores que estavam em baixa na liga. John Wall e DeMarcus Cousins são jogadores que voltam de contusões sérias e, que se derem certo no sistema da equipe, vão ser concorrentes sérios na conferência. O time ainda sofre da novela James Harden, que toma novos capítulos a cada dia, agora com o jogador indo pra baladas nos dois dias de treino. A situação não está fácil.

Washington Wizards

Photo By Washington Wizards Twitter

O time da capital americana aposta em uma nova dupla. Envolvido na troca com John Wall, o MVP de 2017, Russell Westbrook, teve médias de 27.2 pontos, 7.9 rebotes e 7 assistências na temporada passada. Além de um TS% de 53%. A alta produção dele é as vezes criticada, pela pouca eficiência no perímetro, onde teve 25% de aproveitamento, menor marca da carreira.

Enquanto isso, Bradley Beal teve 30.5 pontos na temporada passada e foi muito crítico por não ser eleito para o All Star, na qual eu concordo com o jogador. Além disso foram 6 assistências e 4 rebotes, além de um TS% de 57%.

Los Angeles Clippers

Photo By Los Angeles Clippers Twitter

Os Clippers voltaram pra ativa e o que fica no ar é: o tipo de liderança que vão ter. Kawhi foi criticado pela indiferença que mostrou não só no vestiário, mas também em quadra. Agora com uma nova comissão técnica e o peso da pressão nas costas, os olhos vão voltar para eles e, caso consumado, ver a identidade do time.

Paul George teve uma queda brusca de produção, onde teve 21.5 pontos, 5.2 rebotes e 5.7 assistências. Além de 41% no perímetro e um TS% de 58%, em 48 partidas. Kawhi teve números típicos, de 27 pontos, 7 rebotes e 5 assistências, além de 2 roubadas por jogo. A questão que fica, como dito acima, é se ele pode ser o líder de uma equipe e ser efetivo.

Minnesota Timberwolves

Photo By Minnesota Timberwolves Twitter

Não se assustem se os Timberwolves apresentarem o melhor backcourt da NBA. Com a chegada de Ricky Rubio, o time fica mais bem estruturado e com uma versatilidade na criação única. D’Angelo Russell evoluiu como jogador e mostra lapsos significativos.

Karl Anthony Towns, que entre os pivôs da liga é o melhor arremessador. Com 26.5 pontos, 10.8 rebotes e 4.4 assistências, ele também consiste em inacreditáveis 41% de acerto no perímetro, tentando 8 chutes de 3 por jogo. E se contarmos que ele agora tem 25 anos, o teto de produção dele ainda é uma incógnita. Vamos nos atentar a Minnesota.

Los Angeles Lakers

Photo by Los Angeles Lakers Twitter

O atual campeão da NBA se reforçou como ninguém. Eles pegaram os dois melhores reservadas da temporada passada, Monstrezl Herrell (sexto jogador da temporada) e Dennis Schroder (runner up, que é o concorrente do primeiro colocado).

Ambos apresentam um potencial de encaixe nesse time que nos anima muito. Schroder declarou que não quer ser reserva e pretende assumir o posto de criador e ditador do dinamismo do elenco. Ele teve 19 pontos, 4 assistências e 3.6 rebotes. Além de 38% no perímetro e um TS% de 57%, com 65 partidas e 30 minutos por jogo.

Já o ex-Clipper, jogava 27 minutos por jogo em 63 partidas. Foram 18.6 pontos e 7 rebotes, tendo uma presença no garrafão importante. Ele será um dos focos no jogo físico do Lakers e pode ajudar muito na movimentação e aberturas de espaço para o jogo no perímetro, coisa que o Lakers sofreu na temporada passada.

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